Administrar dezenas, centenas ou até milhares de computadores em uma empresa pode rapidamente se transformar em um grande desafio.
Instalar aplicativos individualmente, distribuir atualizações, controlar versões do Windows, levantar inventário de hardware, identificar máquinas com problemas e garantir que todos os dispositivos estejam dentro dos padrões de segurança são tarefas que podem consumir uma enorme quantidade de tempo da equipe de TI.
É justamente nesse cenário que entra o Microsoft Configuration Manager, conhecido durante muitos anos como SCCM (System Center Configuration Manager).
A solução permite centralizar grande parte do gerenciamento de computadores e servidores, automatizando tarefas que seriam extremamente trabalhosas quando executadas manualmente.
Neste artigo, vamos conhecer a história do SCCM, entender para que ele serve, como funciona e quais são as principais práticas para administradores de sistemas e redes aproveitarem melhor seus recursos.
O que é o SCCM?
Antes de falar sobre o SCCM, é importante entender sua evolução.
O produto nasceu como Microsoft Systems Management Server (SMS).
A primeira versão, Systems Management Server 1.0, foi oficialmente lançada pela Microsoft em 7 de novembro de 1994. O objetivo original era resolver um problema que já começava a crescer naquela época: como administrar uma grande quantidade de computadores Windows de maneira centralizada.
Com o passar dos anos, a solução evoluiu significativamente.
Uma breve linha do tempo
1994 — SMS 1.0
Nascimento do Systems Management Server.
1999 — SMS 2.0
Grande evolução da arquitetura, com recursos aprimorados de inventário, distribuição de software e gerenciamento centralizado.
2003 — SMS 2003
Maior integração com o ambiente Windows corporativo e com o Active Directory.
2007 — System Center Configuration Manager 2007
O produto passou a fazer parte da família System Center, ampliando sua integração com outras ferramentas de gerenciamento Microsoft.
2012 — System Center 2012 Configuration Manager
Nova geração da plataforma, com melhorias significativas de gerenciamento e implantação.
2015 — Configuration Manager Current Branch
A Microsoft passou a adotar um modelo de atualizações contínuas, permitindo que novos recursos fossem entregues sem a necessidade de esperar por uma nova grande versão do produto.
2023 — Microsoft Configuration Manager
A partir da versão 2303, o nome Microsoft Endpoint Configuration Manager foi alterado para Microsoft Configuration Manager.
Portanto, quando alguém fala em SCCM, ConfigMgr, Configuration Manager ou até mesmo SMS, geralmente está se referindo à mesma linhagem de tecnologia, embora sejam nomes associados a diferentes períodos da evolução do produto.
Para que serve o Microsoft Configuration Manager?
De forma simples:
O Configuration Manager permite que a equipe de TI administre computadores, servidores, aplicativos, atualizações e configurações de forma centralizada.
A Microsoft posiciona atualmente o Configuration Manager como parte da família Microsoft Intune, podendo trabalhar em conjunto com o gerenciamento baseado em nuvem e com cenários de co-management.
Entre suas principais funções estão:
- 🖥️ Gerenciamento de computadores;
- 💻 Gerenciamento de notebooks;
- 🗄️ Gerenciamento de servidores;
- 📦 Distribuição de aplicativos;
- 🔄 Implantação de atualizações;
- 🪟 Implantação e atualização do Windows;
- 🔍 Inventário de hardware e software;
- 🛡️ Configurações de conformidade;
- 🔐 Recursos relacionados à proteção dos endpoints;
- 📊 Relatórios e monitoramento;
- ⚙️ Automação de tarefas;
- 🧑💻 Execução de scripts PowerShell;
- 🌐 Gerenciamento de dispositivos em diferentes cenários de conectividade.
A documentação oficial lista recursos como gerenciamento de aplicações, implantação de sistemas operacionais, atualizações de software, inventário, conformidade, proteção de endpoints, controle remoto, relatórios e execução de scripts PowerShell.
Imagine uma empresa com 500 computadores
Sem uma ferramenta de gerenciamento centralizado, imagine precisar:
Instalar um aplicativo em 500 computadores.
A equipe poderia ter que acessar cada máquina individualmente.
Com Configuration Manager, o administrador pode:
- Criar ou importar a aplicação;
- Definir os requisitos;
- Selecionar uma coleção de computadores;
- Criar a implantação;
- Definir quando a instalação deverá ocorrer;
- Monitorar os resultados.
Em vez de administrar 500 computadores individualmente, o administrador trabalha com políticas, coleções e implantações centralizadas.
Essa é uma das principais razões pelas quais ferramentas como o Configuration Manager são tão importantes em ambientes corporativos.
Distribuição de aplicativos
Uma das funcionalidades mais utilizadas é o gerenciamento de aplicações.
O administrador pode disponibilizar softwares para os computadores da organização e definir diferentes estratégias de implantação.
Por exemplo:
Google Chrome
Microsoft Edge
7-Zip
Adobe Reader
Microsoft 365 Apps
VPN corporativa
Antivírus
Aplicativos internos
Ferramentas de suporte
O administrador pode decidir se determinada aplicação será:
Obrigatória: o software será instalado automaticamente.
Disponível: o usuário poderá instalar através do Software Center.
O Software Center é a interface disponibilizada aos usuários para visualizar e instalar aplicações, atualizações e sistemas operacionais disponibilizados pela equipe de TI.
O Software Center
Para o usuário final, uma das partes mais visíveis do Configuration Manager é o Software Center.
Por meio dele, o funcionário pode encontrar softwares disponibilizados pela organização e, dependendo das políticas configuradas, instalar aplicativos, atualizações ou até mesmo versões do sistema operacional.
Isso reduz significativamente a necessidade de intervenção manual da equipe de suporte.
Um exemplo:
➡️O departamento de TI precisa disponibilizar um novo aplicativo para todos os funcionários do setor financeiro.
➡️Em vez de acessar computador por computador, o administrador cria uma implantação direcionada para a coleção correspondente.
➡️Os computadores recebem a política e o aplicativo pode aparecer automaticamente no Software Center.
Gerenciamento de atualizações
Manter sistemas atualizados é uma das tarefas mais importantes de qualquer infraestrutura corporativa.
O Configuration Manager permite administrar e monitorar a implantação de atualizações de software.
Ele pode trabalhar em conjunto com tecnologias como WSUS e mecanismos de otimização de distribuição para ajudar a controlar o tráfego de rede.
O administrador pode criar estratégias para:
- Identificar atualizações necessárias;
- Criar grupos de atualização;
- Definir computadores de destino;
- Implantar atualizações;
- Monitorar instalações;
- Identificar falhas;
- Acompanhar conformidade.
Boa prática
Evite liberar uma atualização crítica simultaneamente para toda a empresa sem testes.
Uma abordagem mais segura é utilizar grupos:
LABORATÓRIO
↓
TI
↓
PILOTO
↓
DEPARTAMENTO
↓
EMPRESA
Esse modelo permite identificar problemas antes que uma atualização seja distribuída para toda a organização.
Implantação do Windows
Outra função extremamente importante é a implantação de sistemas operacionais.
O Configuration Manager oferece recursos para implantar ou atualizar o Windows utilizando mecanismos como Task Sequences, mídia inicializável e PXE, dependendo da arquitetura escolhida.
Uma sequência de tarefas pode automatizar etapas como:
Inicialização
↓
Particionamento
↓
Instalação do Windows
↓
Drivers
↓
Atualizações
↓
Aplicativos
↓
Configurações
↓
Políticas
↓
Finalização
Isso permite padronizar a preparação de computadores novos ou a reinstalação de equipamentos existentes.
Inventário de hardware e software
Uma das grandes vantagens do Configuration Manager é saber o que existe no ambiente.
O administrador pode coletar informações sobre:
Hardware
- Processador;
- Memória RAM;
- Discos;
- Fabricante;
- Modelo;
- BIOS;
- Interfaces de rede.
Software
- Aplicativos instalados;
- Versões;
- Sistemas operacionais;
- Atualizações;
- Componentes específicos.
Isso facilita auditorias, planejamento de upgrades e identificação de máquinas fora do padrão.
Por que o inventário é tão importante?
Imagine que a empresa precise atualizar a memória RAM dos computadores.
Em vez de verificar fisicamente cada equipamento, o administrador pode utilizar os dados coletados para descobrir quais computadores possuem:
4 GB
8 GB
16 GB
32 GB
Com essas informações, é possível planejar melhor a aquisição de hardware.
O Configuration Manager também permite utilizar consultas e relatórios para transformar essas informações em dados úteis para a tomada de decisão.
Coleções: um dos conceitos mais importantes
Se você está começando a trabalhar com SCCM/Configuration Manager, entender coleções é fundamental.
Coleções permitem agrupar dispositivos ou usuários de acordo com determinados critérios.
Por exemplo:
Todos os computadores
↓
Windows 11
↓
Windows 11 24H2
↓
Notebooks
↓
Departamento Financeiro
↓
Computadores do piloto
Esses grupos podem então ser utilizados para:
- Aplicações;
- Atualizações;
- Scripts;
- Configurações;
- Implantação de sistemas operacionais;
- Monitoramento.
CMPivot: investigação em tempo real
O CMPivot é uma ferramenta extremamente interessante para administradores.
Ele permite consultar informações em tempo quase real nos dispositivos gerenciados, sendo útil para investigação e troubleshooting.
Por exemplo, o administrador pode procurar informações relacionadas a:
- Processos;
- Serviços;
- Sistema operacional;
- Aplicativos;
- Configurações;
- Eventos;
- Informações de hardware.
Isso pode ser muito mais rápido do que esperar por um novo ciclo completo de inventário.
A Microsoft atualmente inclui CMPivot entre os recursos de gerenciamento em tempo real do Configuration Manager.
PowerShell dentro do Configuration Manager
Quem acompanha os conteúdos do FM OFICIAL TECH sobre PowerShell já sabe que automação é um dos pontos fortes da ferramenta.
O Configuration Manager permite executar scripts PowerShell nos clientes gerenciados, tornando possível automatizar inúmeras tarefas de suporte e administração.
Por exemplo, uma equipe pode utilizar scripts para:
Verificar serviços
↓
Coletar informações
↓
Corrigir configurações
↓
Limpar arquivos temporários
↓
Alterar parâmetros
↓
Executar diagnósticos
⚠️ Atenção
Scripts executados através do Configuration Manager podem atingir grandes quantidades de máquinas.
Por isso:
Nunca teste um script diretamente em toda a infraestrutura.
Utilize primeiro uma coleção de laboratório ou piloto.
Arquitetura básica do Configuration Manager
Uma infraestrutura Configuration Manager possui diversos componentes.
Entre os conceitos mais importantes estão:
➡️ Site Server
É o servidor que hospeda os principais componentes do site.
➡️ Management Point
É responsável por fornecer comunicação entre os clientes e o ambiente de gerenciamento.
➡️ Distribution Point
É utilizado para disponibilizar conteúdo aos clientes, como aplicativos, pacotes e arquivos necessários para implantações.
➡️ Configuration Manager Client
É o agente instalado nos dispositivos gerenciados.
➡️SQL Server
O Configuration Manager utiliza o SQL Server para armazenar dados da infraestrutura e gerenciamento.
➡️Console
É a principal interface utilizada pelos administradores para configurar, monitorar e gerenciar o ambiente.
Segurança e administração baseada em funções
Um ambiente corporativo não deve permitir que todos os administradores tenham acesso irrestrito.
O Configuration Manager oferece Role-Based Administration, permitindo controlar o que cada administrador pode visualizar e modificar.
Por exemplo:
Administrador Global
↓
Administrador de Aplicações
↓
Administrador de Atualizações
↓
Administrador de SO
↓
Suporte Técnico
Isso ajuda a aplicar o princípio do menor privilégio.
SCCM e Microsoft Intune
Um ponto muito importante atualmente é entender que Configuration Manager e Intune não precisam ser vistos como concorrentes.
A Microsoft trabalha com cenários de co-management, permitindo combinar gerenciamento tradicional com recursos de gerenciamento em nuvem.
Isso pode ser especialmente interessante em empresas que possuem:
- Computadores locais;
- Notebooks corporativos;
- Dispositivos remotos;
- Microsoft Entra ID;
- Microsoft 365;
- Microsoft Intune;
- Infraestrutura híbrida.
Em outras palavras:
O Configuration Manager continua sendo extremamente relevante, mas faz parte de uma estratégia de gerenciamento de endpoints cada vez mais integrada à nuvem.
Dicas profissionais para gerenciamento
1. Planeje antes de implantar
Configuration Manager é uma plataforma poderosa e pode afetar uma grande quantidade de computadores.
A própria Microsoft recomenda planejamento e testes cuidadosos antes de utilizar os recursos em produção.
2. Crie uma coleção de laboratório
Tenha sempre equipamentos destinados a testes.
LAB
↓
PILOTO
↓
PRODUÇÃO
Nunca transforme o ambiente corporativo em laboratório.
3. Use implantações em fases
Para aplicações e atualizações críticas, considere uma estratégia gradual.
Isso permite:
- Identificar incompatibilidades;
- Avaliar desempenho;
- Detectar erros;
- Reverter decisões antes de atingir toda a empresa.
4. Padronize nomes
Um ambiente grande pode ficar extremamente confuso sem uma convenção de nomes.
Por exemplo:
COL-W11-PILOTO
COL-W11-TI
COL-W11-FINANCEIRO
COL-W11-PRODUCAO
APP-7ZIP
APP-CHROME
APP-M365
UPD-W11-MENSAL
UPD-SERVER-MENSAL
Uma boa nomenclatura facilita muito a administração.
5. Monitore as implantações
Não basta enviar uma aplicação e esperar que tudo funcione.
Sempre acompanhe:
- Sucesso;
- Falha;
- Em andamento;
- Não aplicável;
- Dispositivos sem comunicação.
A console do Configuration Manager oferece recursos para monitorar e acompanhar as atividades de gerenciamento.
6. Aprenda a interpretar os logs
Quando alguma coisa dá errado, os logs são seus melhores amigos.
Entre os arquivos frequentemente utilizados estão:
C:\Windows\CCM\Logs\
Alguns logs importantes incluem:
AppEnforce.log
AppDiscovery.log
LocationServices.log
ContentTransferManager.log
CAS.log
ExecMgr.log
UpdatesHandler.log
WUAHandler.log
O nome e a função de cada log dependem da atividade que está sendo investigada.
Para troubleshooting profissional, aprender a identificar qual componente está falhando é muito mais eficiente do que simplesmente reinstalar o cliente.
7. Teste primeiro, implante depois
Uma regra simples:
Se você não testou, não implante em massa.
Faça testes em:
1 computador
↓
5 computadores
↓
10 computadores
↓
grupo piloto
↓
produção
Esse cuidado pode evitar incidentes que afetariam centenas ou milhares de usuários.
8. Mantenha o Configuration Manager atualizado
O Configuration Manager utiliza um modelo de Current Branch, no qual novas versões e recursos são disponibilizados continuamente.
A Microsoft recomenda permanecer atualizado para aproveitar as melhorias e acompanhar a evolução do Windows.
Atualmente, a documentação oficial registra a versão 2603, iniciada em 5 de maio de 2026, como uma versão suportada do produto.
9. Pense em segurança desde o início
O Configuration Manager possui acesso privilegiado a uma grande quantidade de dispositivos.
Por isso:
- Utilize RBAC;
- Limite administradores;
- Proteja contas privilegiadas;
- Utilize MFA quando aplicável;
- Monitore alterações;
- Faça backup;
- Teste scripts;
- Evite credenciais armazenadas em scripts;
- Mantenha servidores atualizados.
A Microsoft também documenta suporte a MFA para chamadas ao SMS Provider em versões atuais do Configuration Manager.
10. Tenha um plano de recuperação
Um ambiente Configuration Manager deve fazer parte da estratégia de continuidade da infraestrutura.
Mantenha documentação sobre:
- Site Server;
- SQL Server;
- Distribution Points;
- Management Points;
- Certificados;
- Limites e grupos;
- Coleções;
- Aplicações;
- Scripts;
- Task Sequences;
- Configurações;
- Procedimentos de recuperação.
Quanto mais complexo o ambiente, mais importante é saber como reconstruí-lo.
SCCM ainda é importante?
Sim.
Apesar da evolução do gerenciamento em nuvem, o Configuration Manager continua sendo uma ferramenta importante em ambientes corporativos, especialmente quando existem requisitos de gerenciamento local, infraestrutura híbrida, grandes parques de computadores ou integração com outras tecnologias Microsoft.
A tendência atual é combinar recursos locais e em nuvem.
O próprio Microsoft Configuration Manager possui integração com Microsoft Intune, Microsoft Entra ID, Azure e outros serviços, permitindo cenários de cloud attach e co-management.
Configuration Manager + PowerShell
Para administradores que já trabalham com PowerShell, a combinação pode ser ainda mais poderosa.
Imagine:
Configuration Manager
+
PowerShell
+
Active Directory
+
Microsoft Intune
+
Microsoft Entra ID
Esse conjunto permite construir uma estratégia de administração extremamente automatizada.
O profissional pode utilizar o Configuration Manager para distribuir scripts, aplicações e políticas e usar PowerShell para executar diagnósticos e correções.
Conclusão
O Microsoft SCCM, hoje chamado oficialmente de Microsoft Configuration Manager, possui uma história que começou em 1994 com o Systems Management Server (SMS) e evoluiu durante décadas para se tornar uma plataforma completa de gerenciamento de endpoints.
Seu principal objetivo continua sendo o mesmo em essência:
reduzir o trabalho manual do administrador e permitir que milhares de dispositivos sejam gerenciados de maneira centralizada, padronizada e controlada.
Hoje, seus recursos abrangem:
Aplicações → Atualizações → Inventário → Windows → Scripts → Compliance → Segurança → Monitoramento → Relatórios → Gerenciamento em tempo real.
Para o profissional de TI, aprender Configuration Manager significa muito mais do que saber navegar pela console. É necessário compreender coleções, distribuição de conteúdo, clientes, políticas, logs, segurança, PowerShell, Active Directory e processos de implantação.
E, no cenário moderno, também é importante entender como o Configuration Manager pode trabalhar junto ao Microsoft Intune e aos serviços de nuvem da Microsoft.
A grande lição
Não pense no SCCM apenas como uma ferramenta para instalar programas.
Pense nele como uma plataforma de gerenciamento e automação de toda a infraestrutura de endpoints.
Quanto melhor planejado e administrado, maior será o ganho de produtividade da equipe de TI — e menor será a quantidade de tarefas repetitivas realizadas manualmente.
📚 Para continuar estudando 📚
A documentação oficial do Microsoft Configuration Manager possui guias sobre infraestrutura, gerenciamento de clientes, aplicações, atualizações, implantação do Windows, PowerShell, CMPivot, segurança, relatórios, co-management e integração com o Microsoft Intune.
Microsoft Configuration Manager: Documentação oficial no Microsoft Learn
História do ConfigMgr: Microsoft — ConfigMgr at 25

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